
As mães que não estão atentas aos sinais que os seus bebes lhes transmitem sobre a sua saciedade têm a tendência a sobreamamentar, o que resulta num excesso de peso em bebes entre os seis meses e um ano de idade, revela um estudo publicado no “Journal of Nutrition Education Behavior”.
O estudo realizado na Rutgers University, em New Jersey, EUA, contou com a participação de 96 mães negras e hispânicas que alimentavam os seus bebes com leite artificial. Durante o período experimental, as participantes registaram informação sobre a alimentação dos seus filhos. Os investigadores visitaram as mães quando os bebes tinham três, seis e 12 meses de idade, para observar a amamentação e pesar os bebes.
Os investigadores estiveram atentos às variáveis que, eventualmente, pudessem estar relacionadas com o aumento de peso e descobriram que o número de mamadas por dia aos seis meses ajudava a prever o aumento de peso dos bebes entre os seis e os 12 meses. O estudo também revelou que as mães que não eram tão sensíveis aos sinais de saciedade dos seus bebes tinham filhos que aumentavam mais de peso.
De acordo com declarações ao sítio HealthDay, os investigadores revelaram que “a amamentação é um comportamento natural, e sugerir a uma mãe recente que está a alimentar o seu filho em excesso ou que não é muito boa a ler os seus sinais de saciedade requer as competências de um profissional de saúde especializado.”
Estudo publicado no "Journal of Nutrition Education Behavior"


Estudos mostram que expor bebês ratos à luz constante impede que o relógio biológico no cérebro dos animais se desenvolva normalmente.
Os pesquisadores disseram que isso pode contribuir para um aumento na incidência de problemas mentais como a depressão.
O estudo feito por cientistas da Vanderbilt University, no Tennessee, Estados Unidos, foi publicado na revista científica Pediatric Research.
Segundo os pesquisadores, os resultados indicam que a exposição do bebê a luzes artificiais em unidades especiais de tratamento para prematuros deveria ser minimizada, possivelmente adotando-se iluminação que obedeça ao ciclo do dia e da noite.
A cada ano, cerca de 14 milhões de bebês prematuros nascem no mundo, e muitos são expostos a luzes artificiais nos hospitais.
Fonte:BBCBrasil


A redução embrionária é um assunto polêmico. De acôrdo com resolução do Conselho Federal de Medicina nº1.358/92, em caso de gravidez múltipla, decorrente do uso de técnicas de Reprodução Assistida, é proibida a utilização de procedimentos que visem à redução embrionária. Só é permitida quando há risco de vida para a mãe. Para diminuir o índice de gravidez múltipla, a medicina conta com um novo equipamento que consegue selecionar os óvulos com maior probabilidade de fertilização. "desta forma não precisamos transferir vários embriões para obter sucesso no resultado", diz o dr. Márcio Coslovsky, especialista em reprodução humana. "Apesar de recomendarem a introdução de até quatro embriões, o ideal é transferir
apenas um ou no máximo dois", complementa. De acôrdo com o relator Pedro Pablo Magalhães Chacel, aquele que descumprir a norma pode ser processado pelo Conselho Regional de Medicina e ser penalizado por censura confidencial, censura pública, ficar suspenso 30 dias ou ter o registro cassado. O excedente dos pré-embriões, produzidos em laboratório, deve ser criopreservado e não pode ser destruído ou descartado. A resolução defende que, em caso de insucesso ou desejo de nova gravidez, novas tentativas de transferência possam ser feitas sem necessidade de novos procedimentos de indução ovulatória, coleta de óvulos e nova fertilização in vitro.


Segundo a Dra Tânia Regina Schupp, médica assistente do Setor de Gestantes Idosas, da Clínica Obstetrica do Hospital das Clínicas, em São Paulo, SP, a maternidade na idade madura dobrou em relação ao ano de 1976.
Para quem deseja engravidar mais tarde, a boa notícia é que a expectativa de vida das mulheres tem aumentado no mundo inteiro. Segundo Schupp, a previsão é que, em 2020, elas cheguem aos 90, mas seu ciclo reprodutivo fique inalterado, já que representará somente um terço do total de sua vida. Isso é importante por causa do efeito que a idade acarreta aos ovários e particularmente sobre as doenças do aparelho reprodutor feminino. Por isso, os médicos já não vêem com maus olhos a gestação tardia. "O caráter preventivo da assistência pré-natal continuará sendo fundamental para essas gestantes", completa a médica do Hospital das Clínicas.

Segundo a fonoaudióloga Tânia Regina Bello, a música contribui em todas as fases do desenvolvimento infantil, desde a gestação, na construção do relacionamento da mãe com o bebê, e posteriormente, acompanhando cada etapa do desenvolvimento humano.
E não é à toa que é bastante comum as pessoas escolherem ouvir determinadas músicas em momentos significativos ou mesmo para facilitar a execução de atividades diárias.
Além disso, crianças de todas as idades ao cantarem também trabalham sua concentração, memorização, consciência corporal e coordenação motora, já que com o cantar, ocorre com frequencia o desejo ou a sugestão para mexer o corpo, acompanhando o ritmo e criando novas formas de dança e expressão corporal. Por esta razão, é interessante promover esta associação desde o inicio, na vida intra-uterina, executando as musicas não somente por meio de aparelhos, mas principalmente, acompanhando o contato afetivo com o bebê e mantendo essa relação após o nascimento.


A doença de Kawasaki, tambem conhecida como Síndrome de Kawasaki, é uma enfermidade que envolve a boca, a pele e os nódulos linfáticos e afeta, tipicamente, crianças abaixo de 5 anos de idade. Sua causa ainda é desconhecida, mas se seus sintomas forem reconhecidos logo, as crianças com esta doença podem se recuperar completamente em poucos dias. Se não tratada, pode levar a sérias complicações que podem envolver o coração.
Os registros históricos apontam a primeira descrição realizada pelo pediatra japonês Tomisaku Kawasaki, em 1967. Ele descreveu uma parcela significativa de crianças com vermelhidão na boca e garganta, febre, manchas na pele, inchaço nos gânglios, mãos e pés, dando nome a este conjunto de síndrome muco-cutâneo-ganglionar. Depois, foram incluídos os problemas vasculares como aneurismas.
Este tipo de doença é rara. Ocorre geralmente em crianças pequenas, num percentual de cerca 80% em crianças menores de 5 anos.
A Síndrome de Kawasaki, não é uma doença hereditária, mas pode existir predisposição genética. A população japonesa é a mais afetada, porém existem casos ao redor do mundo em não-japoneses. Também não é uma doença contagiosa.
Durante quase 5 dias os médicos administram altas doses de imunoglobulina via endovenosa e aspirina pela via oral. Cessando a febre, são prescritas doses baixas de aspirina, durante vários meses para evitar aparecimento de coágulos e proteger contra risco de lesão coronariana.
Os aneurismas do coração são tratados com anticoagulantes e aspirina. Já para aneurismas de menor monta, utiliza-se somente aspirina.



A alergia à proteína do leite de vaca ( APVL), é responsável por mais de 2/3 dos casos de alergia alimentar na infância, sendo particularmente mais comum nos primeiros 2 anos de vida. a APVL resulta da reação adversa às proteínas presentes no leite de vaca e derivados. Esse tipo de reação envolve o sistema imunológico do bebê ainda imaturo nesta fase da vida, em que a exposição precoce ao leite de vaca pode desencadear resposta imune inadequada e contribuir para a ocorrência da reação alérgica. O aleitamento materno exclusivo nos primeiros meses de vida constitui o meio mais eficaz de prevenir a reação alérgica. Os sintomas devem ser observados pelos familiares e prontamente relatados ao médico, uma vez que o retardo no diagnóstico implica em repercussões ao estado nutricional do bebê. Os sintomas envolvem principalmente os sistemas digestivo e respiratório, e a pele. Em muitos casos mais de um sistema pode estar envolvido.Observe se existe algum destes sintomas com frequencia mas somente o pediatra pode fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento adequado:
-Diarréia persistente, vômitos frequentes, déficit de desenvolvimento, dermatite e ou coceiras, choro/cólica/irritabilidade, chiado/tosse/desconforto respiratório, prisão de ventre que não cedem.



Silvia Poppovic, que já trabalhou em outras grandes emissoras, como Globo, Record, SBT e Cultura, ficou um tempo afastada da tevê, quando teve sua filha Ana, fruto da relação com o médico Marcelo Bronstein.
Silvia relata que quando amamentou Ana, tinha crises do que popularmente se conhece como "Febre do Leite".
A febre do leite causa espasmos e calafrios na mãe, durante a amamentação.
No caso da Silvia, estes espasmos eram tão fortes que ela precisava deixar a bebê no berço, deitar e cobrir-se. Aos poucos os espasmos e calafrios iam passando e ela podia retomar a amamentação.
Segundo a Dra. Maria Flora Gomez, obstetra, esta febre acontece quando o organismo está retomando a temperatura interna do organismo, pois, a amamentação leva, além do leite, grande parte do calor interno da mulher. Calor que está retido na glandula mamária e que rapidamente se perde no ato do aleitamento. Basta ficar tranquila, aquecida, como fazia Silvia, e depois de alguns minutos, o corpo retoma sua condição normal na temperatura interna.


Muitas mulheres se apaixonam por seus filhos à primeira vista...
Mas outras levam algum tempo para assimilar esta nova condição.
Começa muitas vezes um turbilhão de sentimentos e emoções que angustia a mulher, que agora tem um ser pequenino em sua vida, que precisa dela de maneira irreversível.
Mamãe, não se sinta culpada se não sentir no inicio este amor arrebatador que é pregado pela sociedade e muitas vezes pela família e pelas vovós.
Não somos seres automatizados. Cada mulher é um universo singular. Não se isole neste sentimento. Fale com as pessoas em quem você confia. Esvazie o "balão" destes sentimentos e emoções cíclicas que podem fazer mal a sua saúde.
Você verá aos poucos, no dia a dia, que é mútuo este amor crescente entre você e seu bebê e que é o amor mais poderoso e incondicional que poderemos sentir em nossas vidas. O amor de mãe para filho.


As vidas de três milhões de bebês recém-nascidos que acabam morrendo todos os anos poderiam ser salvas com intervenções práticas e baratas, de acordo com a publicação médica especializada The Lancet.
Quatro milhões de bebês morrem em seu primeiro mês de vida e quase todos nascem em países em desenvolvimento.
Os médicos prevêem que estas mortes podem ser reduzidas significativamente por medidas simples como a adoção, por parte da mãe, de uma dieta balanceada antes e durante a gestação.
Outras medidas são manter o bebê aquecido e alimentá-lo com leite materno.
"Noventa e nove por cento destas mortes ocorrem em países muito pobres. Cerca de dois terços ocorrem na África Subsaariana e no sul da Ásia", disse Zulfiquar Bhutta, da Universidade Aga Khan, em Karachi, no Paquistão.
Os bebês morrem principalmente de infecções, parto prematuro e problemas respiratórios.
Em países onde já existe assistência médica básica para mães e crianças mais crescidas a melhoria dos serviços destinados a bebês custaria apenas US$ 4 milhões e reduziria a mortalidade em 90%.
Esta é uma pequena soma comparada ao tratamento de doenças responsáveis por altos índices de mortalidade, como a Aids e a malária, mas ela possibilitará o treinamento de funcionários, melhoria das informações às gestantes e o fornecimento de equipamento esterilizado de ajuda ao parto.
BBC



Mulheres que bebem um volume moderado de café durante a gravidez não estão trazendo riscos para o seu bebê, indicou um estudo feito na Dinamarca e que deverá tranqüilizar muitas gestantes.
De acordo com pesquisa anterior, grande consumo de cafeína poderia levar a um aumento do risco de parto prematuro ou do nascimento de um bebê pequeno.
Mas a pesquisa, divulgada no British Medical Journal, descobriu que não há diferença entre mulheres que ingerem quantidades moderadas de café com cafeína ou descafeinado.
As gestantes britânicas são aconselhadas a não consumir mais de 300 miligramas de cafeína por dia.
Isto corresponde a três xícaras de café instantâneo, seis xícaras de chá ou oito latas com 40 miligramas de bebida tipo Coca-Cola ou oito barras de 40 miligramas de chocolate.
O órgão do governo britânico para alimentos diz que uma barra de chocolate, três xícaras de chá, uma lata de bebida tipo Coca-Cola ou uma xícara de café instantâneo em um dia ficaria dentro do limite de 300 miligramas.
BBC Brasil

