
Silvia Poppovic, que já trabalhou em outras grandes emissoras, como Globo, Record, SBT e Cultura, ficou um tempo afastada da tevê, quando teve sua filha Ana, fruto da relação com o médico Marcelo Bronstein.
Silvia relata que quando amamentou Ana, tinha crises do que popularmente se conhece como "Febre do Leite".
A febre do leite causa espasmos e calafrios na mãe, durante a amamentação.
No caso da Silvia, estes espasmos eram tão fortes que ela precisava deixar a bebê no berço, deitar e cobrir-se. Aos poucos os espasmos e calafrios iam passando e ela podia retomar a amamentação.
Segundo a Dra. Maria Flora Gomez, obstetra, esta febre acontece quando o organismo está retomando a temperatura interna do organismo, pois, a amamentação leva, além do leite, grande parte do calor interno da mulher. Calor que está retido na glandula mamária e que rapidamente se perde no ato do aleitamento. Basta ficar tranquila, aquecida, como fazia Silvia, e depois de alguns minutos, o corpo retoma sua condição normal na temperatura interna.

Muitas mulheres se apaixonam por seus filhos à primeira vista...
Mas outras levam algum tempo para assimilar esta nova condição.
Começa muitas vezes um turbilhão de sentimentos e emoções que angustia a mulher, que agora tem um ser pequenino em sua vida, que precisa dela de maneira irreversível.
Mamãe, não se sinta culpada se não sentir no inicio este amor arrebatador que é pregado pela sociedade e muitas vezes pela família e pelas vovós.
Não somos seres automatizados. Cada mulher é um universo singular. Não se isole neste sentimento. Fale com as pessoas em quem você confia. Esvazie o "balão" destes sentimentos e emoções cíclicas que podem fazer mal a sua saúde.
Você verá aos poucos, no dia a dia, que é mútuo este amor crescente entre você e seu bebê e que é o amor mais poderoso e incondicional que poderemos sentir em nossas vidas. O amor de mãe para filho.

Mulheres que bebem um volume moderado de café durante a gravidez não estão trazendo riscos para o seu bebê, indicou um estudo feito na Dinamarca e que deverá tranqüilizar muitas gestantes.
De acordo com pesquisa anterior, grande consumo de cafeína poderia levar a um aumento do risco de parto prematuro ou do nascimento de um bebê pequeno.
Mas a pesquisa, divulgada no British Medical Journal, descobriu que não há diferença entre mulheres que ingerem quantidades moderadas de café com cafeína ou descafeinado.
As gestantes britânicas são aconselhadas a não consumir mais de 300 miligramas de cafeína por dia.
Isto corresponde a três xícaras de café instantâneo, seis xícaras de chá ou oito latas com 40 miligramas de bebida tipo Coca-Cola ou oito barras de 40 miligramas de chocolate.
O órgão do governo britânico para alimentos diz que uma barra de chocolate, três xícaras de chá, uma lata de bebida tipo Coca-Cola ou uma xícara de café instantâneo em um dia ficaria dentro do limite de 300 miligramas.
BBC Brasil
