A saúde de seu bebê na internet

A doença de Kawasaki, tambem conhecida como Síndrome de Kawasaki, é uma enfermidade que envolve a boca, a pele e os nódulos linfáticos e afeta, tipicamente, crianças abaixo de 5 anos de idade. Sua causa ainda é desconhecida, mas se seus sintomas forem reconhecidos logo, as crianças com esta doença podem se recuperar completamente em poucos dias. Se não tratada, pode levar a sérias complicações que podem envolver o coração. Os registros históricos apontam a primeira descrição realizada pelo pediatra japonês Tomisaku Kawasaki, em 1967. Ele descreveu uma parcela significativa de crianças com vermelhidão na boca e garganta, febre, manchas na pele, inchaço nos gânglios, mãos e pés, dando nome a este conjunto de síndrome muco-cutâneo-ganglionar. Depois, foram incluídos os problemas vasculares como aneurismas. Este tipo de doença é rara. Ocorre geralmente em crianças pequenas, num percentual de cerca 80% em crianças menores de 5 anos. A Síndrome de Kawasaki, não é uma doença hereditária, mas pode existir predisposição genética. A população japonesa é a mais afetada, porém existem casos ao redor do mundo em não-japoneses. Também não é uma doença contagiosa. Durante quase 5 dias os médicos administram altas doses de imunoglobulina via endovenosa e aspirina pela via oral. Cessando a febre, são prescritas doses baixas de aspirina, durante vários meses para evitar aparecimento de coágulos e proteger contra risco de lesão coronariana. Os aneurismas do coração são tratados com anticoagulantes e aspirina. Já para aneurismas de menor monta, utiliza-se somente aspirina.
Postado por Materna em 06/Mar/2009 | Permalink
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Silvia Poppovic, que já trabalhou em outras grandes emissoras, como Globo, Record, SBT e Cultura, ficou um tempo afastada da tevê, quando teve sua filha Ana, fruto da relação com o médico Marcelo Bronstein. Silvia relata que quando amamentou Ana, tinha crises do que popularmente se conhece como "Febre do Leite". A febre do leite causa espasmos e calafrios na mãe, durante a amamentação. No caso da Silvia, estes espasmos eram tão fortes que ela precisava deixar a bebê no berço, deitar e cobrir-se. Aos poucos os espasmos e calafrios iam passando e ela podia retomar a amamentação. Segundo a Dra. Maria Flora Gomez, obstetra, esta febre acontece quando o organismo está retomando a temperatura interna do organismo, pois, a amamentação leva, além do leite, grande parte do calor interno da mulher. Calor que está retido na glandula mamária e que rapidamente se perde no ato do aleitamento. Basta ficar tranquila, aquecida, como fazia Silvia, e depois de alguns minutos, o corpo retoma sua condição normal na temperatura interna.
Postado por Materna em 04/Mar/2009 | Permalink
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