A mãe é um ser que nasce junto com seu bebê. Até o bebê nascer, só se pode imaginar como é ser mãe.
Quando estamos diante de um novo ser que finalmente reconhecemos e sentimos como parte nossa, que esteve dentro de nós durante nove meses, intimamente conectado, vivendo por nosso intermédio, crescendo por nossa causa, a vida pára por alguns segundos e esta ligação nunca mais se desfaz.
Deste momento em diante a " avalanche " de emoções que vem das experiências mais inesperadas, só aumenta!
Cada dia uma novidade, uma felicidade, um olhar, uma gargalhada, amamentar, vê-lo dormindo no seu colo. A mulher que vive a experiência da maternidade, nunca mais será a mesma.

As vidas de três milhões de bebês recém-nascidos que acabam morrendo todos os anos poderiam ser salvas com intervenções práticas e baratas, de acordo com a publicação médica especializada The Lancet.
Quatro milhões de bebês morrem em seu primeiro mês de vida e quase todos nascem em países em desenvolvimento.
Os médicos prevêem que estas mortes podem ser reduzidas significativamente por medidas simples como a adoção, por parte da mãe, de uma dieta balanceada antes e durante a gestação.
Outras medidas são manter o bebê aquecido e alimentá-lo com leite materno.
"Noventa e nove por cento destas mortes ocorrem em países muito pobres. Cerca de dois terços ocorrem na África Subsaariana e no sul da Ásia", disse Zulfiquar Bhutta, da Universidade Aga Khan, em Karachi, no Paquistão.
Os bebês morrem principalmente de infecções, parto prematuro e problemas respiratórios.
Em países onde já existe assistência médica básica para mães e crianças mais crescidas a melhoria dos serviços destinados a bebês custaria apenas US$ 4 milhões e reduziria a mortalidade em 90%.
Esta é uma pequena soma comparada ao tratamento de doenças responsáveis por altos índices de mortalidade, como a Aids e a malária, mas ela possibilitará o treinamento de funcionários, melhoria das informações às gestantes e o fornecimento de equipamento esterilizado de ajuda ao parto.
BBC
